Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




domingo, 22 de fevereiro de 2009

Eremitério



Eremitério



mais nada se move em cima do papel

nenhum olho de tinta iridescente pressagia

o destino deste corpo

os dedos cintilam no húmus da terra

e eu

indiferente à sonolência da língua

ouço o eco do amor há muito soterrado

encosto a cabeça na luz e tudo esqueço

no interior dessa ânfora alucinada

desço com a lentidão ruiva das feras

ao nervo onde a boca procura o sul

e os lugares dantes povoados

ah meu amigo

demoraste tanto a voltar dessa viagem

o mar subiu ao degrau das manhãs idosas

inundou o corpo quebrado pela serena desilusão

assim me habituei a morrer sem ti

com uma esferográfica cravada no coração



Al Berto

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