Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

QUE JE T'AIME


QUE JE T'AIME



Quando os teus cabelos estendem-se
como um sol de verão
e que o teu travesseiro
assemelha-se aos campos de trigo
quando a sombra e a luz
desenham sobre o teu corpo
montanhas das florestas
e as ilhas ao tesouro

que deo gosto que deo gosto que deo gosto
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
quando a tua boca faz-se suave
quando o teu corpo faz-se duro
quando o céu nos teus olhos
de só um golpe não deixa de ser puro
quando as teus mãos bem quereriam
quando os teus dedos não ousam

quando o teu pudor diz não
muito de uma pequena voz
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
Que deo gosto que deo gosto que deo gosto
quando não lhe sentes mais gàta
e que tornas-te cadela
e que à chamada do lobo
você brisas por último as teus cadeias

quando teu primeiro soupir
termina-se num grito
quando sou eu quem diz não
quando é você que diz sim
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
quando o meu corpo sobre o teu corpo
Pesado como um cavalo morto

não sabe não sabe mais
se existe ainda
quando fez-se o amor
como outros fazem a guerra
quando é mim soldado
Que meurt e que perde-o
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
que deo gosto que deo gosto que deo gosto
que deo gosto oh que deo gosto…




Johnny Hallyday

2 comentários:

Cida Luz disse...

Belíssimo,belíssimo!encantada querido António!Obrigada por esse carinho poético,essa sensibilidade da alma,essa doce viagem amorosa em seu blog lindo de viver!Meu eterno carinho!Bjs,Cida Luz.

Betânia Uchôa e seu universo in versos disse...

Meu querido amigo, gosto muito desta música, e o sentimento contido, é belissimo, você tem sensibilidade para coisas do coração. Parabéns por sentimentos tão nobres...beijos!