Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sombra Calada



Sombra Calada



Por que ser eu, se posso ser o silêncio
da nuvem que não chora?

Meu rosto levita indiferente
pelos séculos de pedra.

Procuro a praia de areias brancas
e encontro a inconsistência do lodaçal

Ah! A adolescência inexata já morreu
deixando os lábios secos
os companheiros sem rumo
o mundo sem amar.

Meus olhos miram a vaguidade, lentamente,
tristes e sós,
mas nada vêem além da janela
enquanto as borboletas amarelas
tingem o anil do infinito.

Não sou o sonho sustentado
nem o riso invisível.

Sou s sombra calada
o silêncio aceso
debruçado no deserto de cimento.



Dílson Catarino

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