Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




sábado, 26 de dezembro de 2009

Noite


Noite



Que noite, minha cara!

Nas horas mais cruas
Infinitos desejos se escondem

Nas dobras quentes de meu leito

E queimam como brasas.

Desejo-conflito, próximo e contido
Poreja a pele de suor frio
E a garganta dói, num espasmo

Quer ceder e não cede.

Segura com força esta noite
Aperta nas mãos esta dor.

Mas não vai, não vai...

Ouço tua respiração
Rítmica, serena e falsa.

Um vazio enorme derrama
No quarto, nas paredes

Mas, não vai, não vai...

Que noite solitária essa
O mundo é sem volta

A vontade não importa
Não posso ir, eu já sei

Não existe mais nada além:

São cacos que machucam
E ferem no abraço angustiante

Dos braços apertados no próprio peito!



Fábio Afonso de Almeida

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