Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




sábado, 19 de dezembro de 2009

Oh! Quanto és bela


Oh!

Quanto és bela!




Oh!

Quanto és bela
Vermelha rosa,
Tu me retratas
Nise formosa.

Lindo botão
Vejo a teu lado,
Qual junto a Vênus
O Filho alado.

Ele de Nise
Me pinta a cor,
E o seu amável
Terno pudor.

Verdes espinhos,
Para defesa,
Te pôs em torno
A Natureza.

Tal a Razão,
Sempre adorável,
De Nise cerca
O peito afável:

Nele se enlaça,
Bem como a hera,
E seus desejos
Rege severa.

Quando no meigo
Seio de Flora
o orvalho atrais
Da roxa Aurora,

Sobre as mais flores
Beleza ostentas:
Delas o cetro
Ter representas.

Ah! quantas vezes
Da espécie humana
Julguei ser Nise
A Soberana.

Tão gentil rosto
Jamais a Terra
Viu; nele a força
D'Amor se encerra.

Ó Flor mimosa,
Quero colher-te,
E no meu peito
Sempre trazer-te.

Mas ah! depressa
Tu murcharás,
E imagens tristes
Me lembrarás.

Já de horror sinto
Torvar-se o spr'ito,
E o coração
Bater-me aflito.

A minha Nise
Também da Morte
Há de sentir
O duro Corte!

Fazei-a, ó Céus,
Ou menos bela,
Ou nunca a Morte
Possa vencê-la!




Sousa Caldas

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