Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Dor


Dor



Sozinha e vulnerável
A dor é intragável
E é patética essa poesia

Não, na falta de companhia
Nem existe poesia
Arte é relação

E quanto mais pessoas à minha volta
Mais eu me sinto entregue
À solidão
E nem há ódio nem revolta
Que a inércia me carregue

Nada faço em depressão
Quero o prazer de viver de volta
Porque arte é paixão
Que sustenta e alimenta

O desejo
De viver e criar
E quando me vejo
Chorando

Amar
Anulando
A angústia e o vazio
Porque amor é o sentido
E sem ele nada crio
E ele é você

Meu amor pervertido
Agora você lê
O que prefiro esconder
Os fetiches?

A depravação?

Eu preciso dizer
Que onde há paixão
Não existe nunca depravação
Baixaria
Não é fuder amando
Nem escrever poesia
Estando

Nua
Baixaria
É chorar

O sofrimento sempre me parece
Vulgar
E só amor me abastece
Para criar
Odeio a dor

E adoro me expor
Para me enxergar
E me conhecer
Florescer
Tão
Perfumada
Mergulhada

Em paixão
Venha à tona
Poesia
Aroma
Que me guia
Se não estou apaixonada
Eu me sinto desnorteada



Liz Christine

3 comentários:

Felina Mulher disse...

esta poesia tem tudo a ver comigo!Gostei demais!

beijos meu anjo lindo.

BEBE disse...

Antonio Manuel não tem como chegar aqui em teu blog e não escorrer uma lágrima de amor...
Em pleno carnaval vivo entre o sonho e a realidade...
Oscilando entre letras e as ondas do mar.
Obrigado por Paulo Gonzo, sou apaixonada por Pedro Abrunhoza mas agora dividirei meu encanto...rsss
Pra ti
um abraço carinhoso
da
BEBE

Sonhadora disse...

António
Lindissimo poema...um hino ao amor- paixão,ao desejo sem fronteiras ou leis.
adorei.

Beijinhos