Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




domingo, 18 de julho de 2010

Poema do Desenlace



Poema do Desenlace



Poema do Desenlace

E então nós nos magoamos
com uma dor tão intensa
com um furor tão sem forma
tão sem explicação...

Como se estivéssemos
estraçalhando a vida
desmoronando tudo
o que nos pôs distantes...

Como se tivéssemos
que destruir universos
pra cumprirmos o que está escrito:

Continuarmos cumprindo.

E foi tanto o desejo
de rasgar os destinos...

Nós que rasgáramos todos os códigos
para nos tornarmos vidro,
assim nós nos rasgamos a nós próprios
sem solução e sem lucidez.

Para cada um permanecer
preso dentro dos olhos do outro
para em cada novo encontro
para sempre perguntarmos...

Por quê?

Por quê?


Afinal...

Por quê?





Gláucia Lemos

1 comentário:

Rosemildo Sales Furtado disse...

Os desentendimentos até certo ponto são válidos, porque os reencontros geralmente são prazerosos, isso, quando há reencontro, pois, caso contrário, chega a esse ponto.

Belo poema António. Ótima escolha.

Abraços e uma ótima semana pra ti e para os teus.

Furtado.