Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Mais um Poema de Amor para a Mulher Novamente Amada


Mais um Poema de Amor para a Mulher
Novamente Amada



Mais um Poema de Amor para a Mulher
Novamente Amada

A mulher amada tinha cabelos longos
que desciam pela vertente dos ombros;
escorriam rápidos a tortuosos até a ponta dos seios
e se espalhavam ao redor da ansiedade.

Estes eram os cabelos da mulher amada.

Eles ficavam volumosos,
quando se enchiam de amor,
e caíam como uma ducha sobre os corpos cansados.

Mas onde está a mulher amada?

Para onde a levaram?

E porque a esconderam de mim?

Eu a tinha visto com os seios nuns
e os olhos tão ferozes quanto os de uma loba no cio.

As unhas eram longas,
como se ela quisesse dilacerar alguém,
mas o púbis, deliciosamente acarinhado,
se umedecia de compaixão.

Mas para onde levaram a mulher amada?

Para que tipo de vida,
mais apaixonante do que a minha, a levaram?

E porque a levaram?

As minhas horas estão vazias
como as noites solitárias num quarto de dormir.

Elas parecem as mesmas
mas o homem não é mais o mesmo.

Ele é apenas a janela do quarto
aberta para um pátio onde a lua
brilha para seus olhos fechados.

Nada mais.



Natalício Barroso

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