Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Salmo da Meia Noite


Salmo da Meia Noite


Salmo da Meia Noite

Tua voz suavizou minha alma
e teu pensamento desceu ao meu
coração como um bálsamo.

As tristezas se foram, dispersadas.

A Paz veio,
leve como um pássaro,
e a Poesia desatou suas pétalas perfumadas.

Repara,
doce Amor,
na melodia do meu alaúde.

Estes acordes delicados são para ti uma carícia.

Que vaie a vida sem o Cisne Branco do meu lago azul?

Desprende,
Ave Sagrada,
um vôo altaneiro e vem pousar nas
águas mansas do meu jardim fechado.

Dar-te-ei carne de coração na hóstia de um amor imenso!

Beberás o licor da poesia no cálice dos meus lábios.

Serás imortal!

Abre as asas brancas nas campinas azuis,
onde o sol passeia, e
vem, que te espero,
ansiosamente.

Ergueremos um pavilhão colorido nos montes de Sião.

Nossa casa terá água cristalina para os que têm sede
e pão branco para os que pisam os caminhos da vida.

Todas as tardes passearemos envoltos
na brisa vespertina e descobriremos,
no horizonte,
as telas imortais do Criador,

Em nossa tenda haverá tapetes
de Caxemira e pérolas de Ofir e
marfim da índia e rosas de Jericó...

Nossas manhãs serão claras como as
manhãs de abril e nossas noites suaves
como as noites de luar de agosto.

Haverá em tudo aquele riso bom que sai do coração,
porque nossa felicidade saiu das mãos de Deus!

Doce amiga,
teu perfume me vem na asa da saudade.

A carícia de tuas mãos,
sinto-a sobre meus olhos cansados,
ao cair da tarde.

Há um lugar chorando uma ausência...

Dentro da noite,
ouve-se um canto triste.

É o pombo chamando a
companheira para o ninho vazio.

A felicidade está cantando baixinho a cancão da

"Espera".

"Ela"
vem vindo,
lá longe,
na curva azul da lemerança...



M. de Monte Maggiore

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