Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sensibilidades





Sensibilidades



O mar
enrola as areias
Sob nossos pés, se arrasta
A tarde é de lua cheia
esta tarde não me basta

Quero mais, quero essa força
que o mar enrosca aos pés
são ventos baixos trazendo
notícias de outras marés.

Vêm ondas violentas
Estão perto, então vem
Que eu sinta o mar, as areias
O oceano perto, além

Mas que grande conquista!
A natureza a nossos pés
quebrando pensamentos
deixando sonhos, a média rés

Ah vida, se mal pergunte
em que me sobre curiosidade
Que mais ainda queremos
se temos, tanta imensidade!

Queremos o impossível
O tudo que o nada não dá
Queremos decifrar o enigma
O nosso tempo é agora, já!

Correndo assim tão grande, solto
Como estas ondas do mar!


Regina Souza Vieira

Sem comentários: