Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




segunda-feira, 22 de junho de 2009

Plano


Plano



Trabalho o poema sobre uma hipótese:

O amor
que se despeja no copo da vida, até meio,
como se o pudéssemos beber de um trago.

No fundo, como o vinho turvo,
deixa um gosto amargo na boca.

Pergunto onde está a transparência do
vidro, a pureza do líquido inicial,

a energia de quem procura esvaziar a garrafa;
e a resposta são estes cacos que nos cortam as mãos,

a mesa da alma suja de restos,
palavras espalhadas num cansaço de sentidos.

Volto, então, à primeira
hipótese.

O amor.

Mas sem o gastar de uma vez,
esperando que o tempo encha o copo até cima,

para que o possa erguer à luz do teu corpo
e veja, através dele, o teu rosto inteiro.




Nuno Júdice

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