Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quarta-feira, 24 de março de 2010

Já Não!


Já Não!


Desse amor por ti quebrado,
Desse amor nem eu já sei!


Amei-te muito!

Que importa
Dizê-lo agora, se morta
É a chama que senti?…

Sendo tu quea a apagaste…
Podes ver quanto eu sofri!…

Mas já não sofro; se ainda
A essa loucura finda
Alguma lembrança dou,

É bendizendo o destino
Que ao errante peregrino
Melhor apontou!…

Saudades, que tive outrora,
Murcharam todas; agora
Jazem desfeitas em pó!…

Bem sabes que nunca minto;

Pois olha que por ti sinto…

Ódio não!

Desprezo só!…

Sentir ódio era mesquinho!

Segue pois o teu caminho,

Segue-o, triste, até ao fim;

Tê-lo-ás amargurado…

Mas, feliz, ou desgraçado,
Não te recordes de mim!



Mariana Angélica de Andrade

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