Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




terça-feira, 2 de março de 2010

Não partas já


Não partas já


Não partas já.
Fica até onde a noite se dobra
para o lado da cama e o silêncio recorta
as margens do tempo.

É aí que os livros
começam devagar e as cores nos cegam
e as mãos fazem de norte na viagem.

Parte apenas
quando amanhã se ferir nos espelhos do quarto
em estilhaços de luz;e um feixe de poeiras
rasgar as janelas como uma ave desabrida.

Alguém murmurará então o teu nome,vagamente,
como a gastar os dedos na derradeira página.

E então,sim,parte,para que outra história se
invente mais tarde,quando os pássaros gritarem
à primeira lua e os gatos se deitarem sobre
o muro,de olhos acesos, fingindo que perguntam.



Maria do Rosário Pedreira

3 comentários:

Sonhadora disse...

António
Muito lindo este poema.


Não partas já.
Fica até onde a noite se dobra
para o lado da cama e o silêncio recorta
as margens do tempo.

Lindoooo

Beijinhos
Sonhadora

Felina Mulher disse...

Estou partindo...não sem antes vir aki e te deixar um beijão.

Até!

Pedra do Sertão disse...

Gostei bastante do blog e dos poemas. Parabéns. Virei mais vezes!