Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




domingo, 14 de novembro de 2010

Qualquer Coisa


Qualquer Coisa



Qualquer Coisa

Quando a claridade abortar
E deixar o quarto escuro,
Quero estar lá
Para ver de quem são as estrelas.

Quando o sono dominar
As mentes fatigadas,
Quero estar vivo
Para ver quais serão os sonhos.

Porque qualquer lembrança
Das tuas palavras,
São as notas pesadas
De um piano em prelúdio
A comover minha emoção.

Que qualquer coisa tua,
Meu Deus!

É a lembrança da grama fresca,
Da relva boa, gostosa de deitar.

E tuas mãos...

Conchas quentes...

Confortáveis,
Macias,
Seguras,
Transmitem calmaria
Aos meus devaneios.

Quando as toco,
Pouso.

Quando não,
Caio.

Queda alta...

Lenta e agonizante,
Parece verter dos lustrais
Irradiações intensas.

Porém não.

Não são nada disso!

São as lágrimas de minha consciência
A turvar minha visão
Diante da realidade
Da distância que corrói...

Quando qualquer coisa sua
maltratar minha saudade,
quero estar forte
e poder respirar fundo.



João José Menescal de O. Saldanha

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