Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A Corila


A Corila



Vês, Corila, aquela rosa
Emulando a cor da aurora

Quando, Febo a porta abrindo,
Leda sai do Ganges fora?...

Que maior valor tivera,
Quão mais grata fora à gente,

Se natura não a armasse
De um espinho tão pungente...

Sua púrpura esmaltando
De seu folhame o verdor,

E nos ares difundindo
Seu aroma encantador,

Convidaram-te a colhê-la,
Mas teu dedo alabastrino

Rasgado com dor penosa
Verteu veio purpurino:

Eis, Corila, o teu retrato,
Pois se és rosa na beleza,

Tens também de rosa espinhos
Nos desdéns e na fereza.

Ah!

Muda esse gênio esquivo,
Que requinta a formosura

Exalar de quando em quando
Um suspiro de ternura.

À formosa, em cujos olhos
Não arde o fogo do amor,

Eu prefiro a muda estátua,
Que formou destro escultor.



Costa e Silva

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