Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Onde estiveres


Onde estiveres
 
 
Entre pensamentos, rostos e lugares,
encontrarás e escutarás vezes sem conta,
silhuetas, vozes, memórias de um tempo
que se cansou da espera nunca esperada...
 
Inventávamos um tempo sem tempo
entre dois espaços separados por alguma coisa
que se travestia de eternidade...
 
Vazios os teus olhos olham, distantes,
aqueles pequenos e imensos nadas,
que sabiam a tudo...
 
Lugares onde as mãos falavam, sussurravam,
por vezes choravam...
 
Longe, os horizontes parecem clamar
por um novo abraço...
 
Entre a neblina dos caminhos,
nascem formas perdidas,
ouvem-se canções, melodias,
lamentos, múrmurios...
 
Indiferentes, as noites dobram-se,
as árvores espreguiçam-se e entre uma lágrima
e um sorriso, a lua preenche a invisibilidade dos nossos lábios...
 
Na magia dos lugares sem nome,
pairam os nossos fantasmas,
entrelaçadas numa dança eterna...
 
Húmidos, os bosques, pululam de vida,
longínquos, os sons das fadas e dos gnomos,
misturam-se com vestígios da presença ausente
dos nossos corpos...
 
Na memória dos ventos, ondulam as últimas palavras,
espelhos do tempo, molduras com imagens serpenteando,
opacas, nubladas, encarceradas...
 
Algures, estamos nós...
 
 
 
Barão de Campos
  


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