Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




domingo, 18 de outubro de 2009

Depois do Banho



Depois do Banho




Depois do Banho
Sai do banho: o seu corpo alabastrino
Goteja: a água murmura do abandono;

Vê-se abatida, lânguida, com sono...
Lança mão do lençol, quase sem tino.

Mostra-lhe o espelho o corpo peregrino:
Ela o admira, e busca ver-lhe o dono...

Anjo, merece um céu; mulher, um trono:
Cisma, e sacode as tranças d'ouro fino.

Senta-se, e mostra a orla avermelhada
De uma estrela, que imerge no infinito,

Sob uma névoa loura ainda molhada.

Seu rosto inquieto oscila alegre e aflito:
Mas... numas longas asas confiada,

Pensa fugir ao mais ligeiro grito...





Luís Delfino

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