Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Do Corpo à Cálida Desgraça


Do Corpo à Cálida Desgraça


Nudos peitos desnudos
Coxas alvas e ao mundo
Num harém de pecados desmedidos

E profundos
No toque de recorrer de outrora ou

Na galhofa do clicar de um fotógrafo
De leda estirpe e olho fundo
Inocência vendida por vintém

E a pureza que hoje
Sabe-se lá quem ainda a têm
Registradas em retangulares quadros de uma vida

Periódica
Nos desejos de criança sujo à óleo ou graxa
Ou entorpecidos de dinheiro sujo
Que nos proporciona um corpo límpido

De aspirações mortas
Da germinal dobra rósea exposta
Servida em qualquer esquina como uma suja hóstia
Disposta a engordar a confissão

De qualquer trágico beato
E ao padre o sermão
Sermão e raiva reprimida de também

Ele, pároco cético de seu credo
Não ter aproveitado
Em Eva o pecado original

Ou de tê-lo feito
Escondido em regalias seminais
Nos seminários

Nada angelicais
De nossas desgraças




Marcelo Ribeiro

Sem comentários: