
POEMA TRISTE
Nada premeditamos
Quando nossos olhos se viram
tocamos o âmago de nossas almas
Naquele instante estabelecia-se
uma verdade...
Chegara o amor!
Contávamos os milésimos de segundos
Era tudo que a vida permitia
Nos olharmos entre uma fresta e outra
E no vão do olhar
no silêncio
segredavámos palavras
jamais escritas ou interpretadas.
Jurávamos cumplicidade
clareávamos as trevas
traziamos os céus para pertinho
Assim era o nosso amor...
Conforto pra alma
alegria em meio as dores
Mas, bruscamente uma ventania
tirou-nos o fôlego
o sangue
o chão...
Não mais me reconheço
Levou uma grande parte de mim
E por mais que me procuro
não mais me encontro
Arnalda Rabelo


1 comentário:
No Amor
O alicerce!!!
Manhãs
Tardes
E noites
Sem Ele
Esmaecem
O sol
Inexiste!!!
Agradeço a leitura, Amigo António!!!
Beijos pra ti...
No coração!!!
Iza
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