Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Da vida nem quero tanto



Da vida nem quero tanto


Da vida nem quero tanto
Pelas manhãs o seu abraço
Nas tardes douradas seu colo
E nas noites uma casa no campo

Não quero castelos de areia
Quero construções em rochas
Singelas, porém harmoniosas
Com mais flores e menos pranto.

Quero um sorriso largo e intenso
Viver um dia de cada vez
Com sinceridade e doçura
Com mais graça e menos lei

Da vida nem quero tanto
Quero amigos junto à mesa
Compartilhar sem hipocrisia
Olhar nos olhos e exalar alegria.

Não quero tanto da vida...



Arnalda Rabelo

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

AUSÊNCIA


AUSÊNCIA

Passam as horas frias do dia
Não te vejo
Não te sinto
Nem ouço a sua doce voz aguçando meus sentidos

Talvez tenhamos nos perdido entre um verso e outro
Ou quem sabe uma ventania tenha levado o mel da tua presença

E a tarde vai findando em doce melancolia
E outra vez é noite
O céu povoa de estrelas
Ah! A lua!


Quem sabe ela me trás notícias suas...



Arnalda Rabelo

terça-feira, 8 de setembro de 2009

FRAGRÂNCIA



FRAGRÂNCIA

Não sou nada, nem ninguém
Talvez me veja como uma singela folha de tua árvore,

ou como uma pétala, solta ao vento, passando por teus dias
entre tantas outras

Ora exalando cores, perfumes, ora opaca.

Porem, entendo que somos mais que folhas...
Mais que pétalas...

Somos amigos!Somos irmãos
Irmãos de alma, amigos de coração

Suprimos uns aos outros com nossa presença
Especialmente nesses dias,

onde o amor de muitos tem sido petrificado
Onde o egocentrismo cresce ofuscando o partilhar
Eu preciso de você!

Fazes parte da minha história
das minhas raízes,
Você é mais que real! É essencial!

Cada vez que vem,espalhas fragrância de carinho,
respeito e amizade:

Eu preciso de você.



Arnalda Rabelo

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ah! Se eu pudesse


Ah! Se eu pudesse!



No silêncio desta tarde calma
Onde o sol se esconde lentamente no horizonte
Avisto um coração ora triste, ora alegre...
Se escondendo por trás de uma doce face

Se eu pudesse transporia os montes
Deitaria sua cabeça em meu colo
Falar-te-ia de amor... Abraçar-te-ia fortemente
Diria que o inverno já passou
Que os céus sorriem junto aos colibris

Se eu pudesse escrever-te-ia um poema
Com tintas brilhantes falando de fantasias
Entraria pelas arestas... Fazendo festa
Vivendo somente pra você e você para mim

Ah! Se eu pudesse!



Arnalda Rabelo.

terça-feira, 14 de julho de 2009

POEMA TRISTE


POEMA TRISTE



Nada premeditamos
Quando nossos olhos se viram
tocamos o âmago de nossas almas
Naquele instante estabelecia-se
uma verdade...

Chegara o amor!

Contávamos os milésimos de segundos
Era tudo que a vida permitia
Nos olharmos entre uma fresta e outra
E no vão do olhar
no silêncio
segredavámos palavras
jamais escritas ou interpretadas.

Jurávamos cumplicidade
clareávamos as trevas
traziamos os céus para pertinho
Assim era o nosso amor...

Conforto pra alma
alegria em meio as dores
Mas, bruscamente uma ventania
tirou-nos o fôlego
o sangue
o chão...

Não mais me reconheço
Levou uma grande parte de mim
E por mais que me procuro
não mais me encontro



Arnalda Rabelo

sábado, 11 de julho de 2009

PRA SEMPRE


PRA SEMPRE



Pra sempre é muito tempo.

Mas é assim que te quero amor...


Para sempre.



Arnalda Rabelo

SÚPLICA


SÚPLICA



Permita-se estar ao meu lado
apenas uma tarde

Nem peço as noites
onde abismam as saudades

Repouse os seus olhos sobre os meus
Deixe-me entrar por eles

Nem peço os teus lábios

Porém,
bem sei meu amor
que após essa tarde

Eles serão meus
por toda a eternidade.



Arnalda Rabelo

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Com o meu amor


Com o meu amor...




Com o meu amor
quero trocar carinho e cuidado
Em noites enluaradas
Amar e ser amada

Com o meu amor
Quero trocar carícias e afagos
Viajar aos céus
e tocar as nuvens na madrugada

Pelas manhãs acordá-lo
com um beijo
fazer-lhe um gracejo
Quero tudo e muito mais
Com o meu amor...



Arnalda Rabelo

quinta-feira, 21 de maio de 2009

SILÊNCIO


SILÊNCIO



Te vejo no silêncio
dos meus sonhos

Tocando minha alma de estrelas

Quem dera coubesse mais luz
no infinito do encontro...

Acordaria a alva...

Despertaria o sonho de cristal
adormecido precocemente...


Arnalda Rabelo

Teus Olhos


Teu Olhos



Teus olhos encontraram os meus
nesta manhã
Ainda molhados pelo orvalho da noite
me levaste

Penetraram minha 'alma
desvendaram segredos
mistérios...
Levararam-me a colinas
Montes jamais habitados.

Enquanto subia
Colhia acácias
jasmins
Mirras...

Tuas mãos envoltas ao meu coração
Conduzia-me ao paraíso
Libertava-me
Revelava-me o mel da aurora
O sonho de outrora

Teus olhos encontraram os meus nesta manhã...




Arnalda Rabelo

terça-feira, 19 de maio de 2009

SAUDADE



SAUDADE


Quando a saudade chegar
voarei até o teu céu
com sabor de mel

Juntos estaremos
em baixo do mesmo raio de sol...

Se sentires
uma suave brisa tocando-lhe
os lábios...


Sou eu... Beijo-te em silêncio.




Arnalda Rabelo

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Silencia-me



Silencia-me


Silencia-me
com teus lábios

Apressa-te

Acalma minha alma

Meu coração te espera

Silencia-me.



Arnalda Rabelo

sábado, 9 de maio de 2009

Entrega




Entrega


Intimidade de olhares
Cumplicidade
Palavras trocadas

Muito mais que palavras
Coração pulsando
dentro do outro

Sílabas desordenadas
Embriagadas
Murmúrio latente

Entrega de almas
De corpos
Indissolúveis promessas.


Arnalda Rabelo

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Teus Olhos...




Teus Olhos...

Teus olhos encontraram os meus
nesta manhã
Ainda molhados pelo orvalho da noite
me levaste
Penetraram minha 'alma
desvendaram segredos
mistérios...

Levararam-me a colinas
Montes jamais habitados.

Enquanto subia
Colhia acácias
jasmins
Mirras...

Tuas mãos envoltas ao meu coração
Conduzia-me ao paraíso
Libertava-me
Revelava- me o mel da aurora
O sonho de outrora

Teus olhos encontraram os meus nesta manhã...



Arnalda Rabelo

sábado, 2 de maio de 2009

Quisera Eu


Quisera Eu...

Quisera eu escrever-te um sonho
Uma alegria
Enviar-te como poesia

Quisera eu perfumar o dia
com palavras
acarinhadas, renovadas...

No papel
na cor
no sabor

Mudar o rumo do vento
Encontrar seu pensamento
Tocar seu coração
como uma cançao

Nele habitar
Fazer morada
Construir um castelo
nas cores do arco-íris...
Quisera eu...



Arnalda Rabelo
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