
Declaração
As aves, como voam livremente
num voar de desafio!
Eu te escrevo, meu amor,
num escrever de libertção.
Tantas, tantas coisas comigo
adentro do coração
que só escrevendo as liberto
destas grades sem limitação.
Que não se frustre o sentimento
de o guardar em segredo
como liones, correm as águas do rio!
corram límpidos amores sem medo.
Ei-lo que to apresento
puro e simples - o amor
que vive e cresce ao momento
em que fecunda cada flor.
O meu escrever-te é
realização de cada instante
germine a semente, e rompa o fruto
da Mãe-Terra fertilizante.
António Jacinto


1 comentário:
Olá querido Antònio
Hoje tirei um tempo para visitar teu Blog.
Gostei muito deste poema, aliás este escritor tem um poema chamado BAILARINA NEGRA que também é belo demais.
Abraços carinhosos da amiga
Vallentine(poetisa menor)
.
Enviar um comentário