
Saída
Saída
Mulher a fazer vento espantada
da falta do mesmo
assim não se pranteando
em ligeiros indícios com a mão lenta
e um pé semovente um pouco à frente
do que antes
ter uma fé em suave detérmino
devagar abandonando abandonos
finíssima brisa nascendo em si
sobrecalando rugidos, pancadas em rumor, gritos
por detrás de onde a vemos sair agora
em todos os lados o luar se faz divino
sopro.
Alberto Augusto Miranda


2 comentários:
Como sempre belas escolhas, as imagens me chamaram até aqui, então aproveito para deixar-te um beijo meu amigo.
Gê
Seus poemas são carregados de sensualidade e lirismo.
Forte abraço
Enviar um comentário