
Para amanhã
Para amanhã
Faz tua
casa um fragmento de alma,
cobre o teu pensamento.
Vai, que estás em tempo de colher-te,
um minuto para ser teu.
Interrompe tuas regatas desbravadas,
saídas das marinas solitárias,
e retribui para terra a demonstração das tuas patas.
Que não há segunda vez,
um homem se esgalha da marga ou desiste.
Para terra dá teus Domingos desagradáveis e os risíveis.
Fica lasso, pétala urdida no sol e na água.
Vai,
capaz de crescer.
Mariana Ianelli


1 comentário:
Olá meu caro amigo! Estamos retornando e aproveitamos para agradecer pelas visitas, pelos comentários, pelo carinho e, principalmente, por nos permitires a tua amizade. Lindo poema! Mais uma vez, mostraste ter nascido com o dom da escolha. Parabéns!
Abraços,
Furtado.
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