
Poema
Poema
Alguma coisa onde tu
parada fosses depois das
lágrimas uma ilha e eu chegasse
Para dizer-te Adeus de repente
na curva duma estrada alguma coisa
onde a tua mão escrevesse cartas para
Chover eu partisse a fumaro fumo fosse
para se ler alguma coisa onde tu ao
norte beijasses nos olhos os
navio se eu rasgasse o teu
Retrato para vê-lo passar na
direcção dos rio sem alguma coisa
onde tu corresses numa rua com
portas para o mare eu morresse
Para ouvir-te sonhar...
António José Forte


1 comentário:
Olá meu anjo querido!
Vim sem ser convidada me servir de uma dessas taças de vinho...posso?
Que tua noite seja de muita paixão tal qual o poema postado.
Beijos meus.
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