Ânsia

Há pequenas coisas que atiçam o amor
Que nos dão um grande desejo de amar
Uma enorme ânsia de sofrer...


Amantes

Vem!
Vem comigo
Cansados de Amor
Mergulhemos juntos na noite
no silêncio dos Amantes
Amor Amor Amor
Repete comigo
as palavras que nos dão paz...


®Pôesia do Mundo

A minha foto
Le Vésinet, Yvelines, France
É impossível não se dizer ( no mínimo de letras ) e, ao mesmo tempo, em que não se pode tudo dizer ( no máximo de palavras ). Falar demais: È escancarar detalhes insignificantes da vida doméstica. A minha vida sustenta-se no diário de algumas palavras: Trabalho, Respeito, Ternura, Amizade, Saudades, Amor. PEQUENOS VALORES Viver é acreditar no nascer e no pôr-do-sol É ter esperança de que o amanhã será sempre o melhor É renascer a cada dia É aprender a crescer a cada momento É acreditar no amor É inventar a própria vida... No decorrer desta vida, o prazer, a alegria, a tristeza,a dor, o amor, desfilam em nossa alma e em nosso coração deixando diferentes marcas. São essas marcas combinadas que formam a riqueza da nossa caminhada. Um caminho onde o mais importante não é chegar e sim caminhar. Valorize todos os detalhes, todas as subidas e descidas, as pedras, as curvas, o silêncio, a brisa e as montanhas deste seu caminho, para que você possa dizer de cabeça erguida, no futuro: Cresci Chorei Sorri Caí Levantei Aprendi Amei Fui Amado Perdi Venci Vivi E, principalmente, sou uma pessoa feliz!




sábado, 4 de setembro de 2010

Mulher querência


Mulher querência




Mulher querência

Na querência do teu corpo
tem coxilhas e canhadas
cacimbas de luas claras,
matas escuras fechadas
e dois cerros de granito
com pitangas coloradas
só eu sei achar o rumo
dos atalhos e picadas
e bebo a noite em teus olhos
no frescor das tuas aguadas
e fumo a brasa escondida
das coivaras e queimadas
como quem acende um sol
no largo das madrugadas.

Eu morro em ti,
e me enterro,
e ressuscito outra vez
semente chuva e mormaço,
berro de potro e de rês.

Gineteio sem espora,
faço o que ninguém fez.

Coração de ressolana
com um ovo guacho de indês.

Nas quatro luas campeiras
de volta em roda do mês:

Dono,
Patrão,
Bolicheiro,
Escravo,
Peão,
e Freguês.




Antônio Augusto Fagundes

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